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"TempLo é dinheiro" (Bispo Edir Macêdo)

Nunca discuta com um idiota, ele te rebaixa ao nível dele e te vence pela experiência.

"Um homem deve começar a usar a brinco, desde o momento que sua mulher ache um dentro do seu carro."

Se a vida lhe der um limão, faça uma limonada. Se a vida lhe der uma laranja, faça uma laranjada. Se a vida lhe der um cágado, cuide bem do bichinho.

O salário do homem é um negócio ambiental: 30% pro leão, 40% pra vaca, 20% pra cascavel e 10% pro burro.

Fazer chorar é fácil; desafio mesmo é fazer rir.

A velocidade máxima que um homem consegue fazer amor sem se cansar é 68 km/h. Quando chega a 69, ele já coloca a língua de fora.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Flor de Maracujá

 
Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá!

Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas de sereno
Nas folhas do gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá.

Pelas tranças da mãe-d'água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá.

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá!

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá!
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová!
Pela lança ensangüentada
Da flor do maracujá!

Por tudo que o céu revela!
Por tudo que a terra dá
Eu te juro que minh'alma
De tua alma escrava está!!..
Guarda contigo este emblema
Da flor do maracujá!

Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em - a -
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!

(Fagundes Varela)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

José Camilo de lima

No primeiro mês do ano que se inicia – 2011 – a contribuição do Projeto Reviver, divulgando e apresentando os escritores que trazem no coração o sentimento e na mente o desejo de externar e dividir suas emoções mais íntimas e o fazem poetizando é para José Camilo de Lima – intimamente conhecido como Zé Camilo, outro paraibano, um vez que no mês anterior oportunizamos o conhecimento de Leo Barbosa.
José Camilo de Lima – Natural de Pirpirituba, interior da Paraíba, filho de agricultores, com 68 anos  traz no sangue o seu toque poético e  desde os 13 anos, incentivado por seus pais escreve poesia, pois a sua vida, na real, já é uma poesia. Seus discursos e orações, seu timbre de voz e sua capacidade de brincar com as palavras, sistematizando-as de maneira tal que mesmo dizendo o óbvio  aristocratiza, mas sem perder a simplicidade, torna o discurso complexo, porém compreensivo. Seus discursos em qualquer ocasião, fúnebre ou festiva, eram esperando pelos adolescentes da sua terra e foi citado no livro Voltando as Origens de Luiz Manoel de Freitas e Sheyla Maria Ramalho Batista, como inesquecíveis. Seus poemas, ritmados, traz com singeleza as rimas de grandes poetas do passado. Ler os poemas de José Camilo, é como ler uma oração e por mais íntimo que seja o tema da súplica ou glorificação, na sua linguagem torna-se universal. 
Seu primeiro livro,  Amor, fé e versos, lançado em Setembro de 2010 na cidade de Mossoró/RN, onde reside há mais de 41 anos, foi um presente de natal para seus familiares, amigos, companheiros de lutas e para o leitor amante da linguagem poética. Aqui escolhemos duas de suas pérolas que tratam do natal – tema que desperta mais  interesse neste período. 

A Luz do Natal


A esperança a um mundo novo conduz.
O verdadeiro amor a humanidade recria.
A paz no coração do homem prenuncia:
Na terra Deus fará brilhar sua luz.

Não haverá treva ao resplandecer a luz
Vida nova,  novo tempo se anuncia,
A auréola brilhante que a igreja é nuncia
Da verdade única que encarnou Jesus.

A paz se estenderá por todo o universo.
O novo homem reinará, é o processo
Que integrará a humanidade em geral.

Toda a face da terra será assim renovada,
Uma humanidade santa será recriada
Pelo Salvador que renascerá neste Natal.
Será Natal?

Abro A vida. Que brilho incandescente!
Minha alma expectadora se extasia
Com a beleza das cores e fantasia
Na colorida fantasia do ambiente.

Parece que entrou num mundo diferente,
As pessoas estão plena de alegria
A felicidade em cada lar se irradia,
E a cidade se ilumina fluorescente.

Nas calçadas, a multidão se aglomera.
A ânsia se comprar se prolifera
È tempo de dar presentes, é natural.

Mas na igreja, está um Cristo solitário.
Onipresente e oniciente do sacrário,
Esperando ser lembrado em seu Natal.

Extraído do blog Reviver