:)

"TempLo é dinheiro" (Bispo Edir Macêdo)

Nunca discuta com um idiota, ele te rebaixa ao nível dele e te vence pela experiência.

"Um homem deve começar a usar a brinco, desde o momento que sua mulher ache um dentro do seu carro."

Se a vida lhe der um limão, faça uma limonada. Se a vida lhe der uma laranja, faça uma laranjada. Se a vida lhe der um cágado, cuide bem do bichinho.

O salário do homem é um negócio ambiental: 30% pro leão, 40% pra vaca, 20% pra cascavel e 10% pro burro.

Fazer chorar é fácil; desafio mesmo é fazer rir.

A velocidade máxima que um homem consegue fazer amor sem se cansar é 68 km/h. Quando chega a 69, ele já coloca a língua de fora.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Que filho da Puta...


Uma mulher entrou na igreja para confessar-se com aquele padre muito sacana:

— Padre, o meu marido é um filho da puta!

— Não diga isso, minha filha! Afinal ele é o seu marido!

— Mas ele é um filho da puta mesmo, senhor padre! Veja só o que ele me aprontou. Ontem, eu estava deitada no sofá vendo televisão ele chegou e colocou a mão na minha perna.

— Mas eu também estou colocando a mão na sua perna e não sou filho da puta!

— Depois, seu padre, ele levantou a minha saia.

— Eu também estou levantando a sua saia e não sou filho da puta!

— Mas, depois ele tirou a minha calcinha!

— Eu também estou tirando a sua calcinha e não sou filho da puta!

— Mas depois ele transou comigo!

— Eu também estou transando com você e não sou filho da puta!

— Mas padre, depois de me comer ele me disse que estava com AIDS!

— Filho da Puta!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Esse cara é o mala

Você conhece um mala? conhece, todo mundo tem um mala desse por perto, jejejeje!!!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Bombou na WEB


Pra começar esse negocio de bombou é coisa de balde, de loiça, de quem morde a fronha. Já que falamos em quem morde a fronha...

Hoje vi matéria na revista época que fotografaram um leão sorrindo, bom normal, o que é que tem um leão sorrir? O bicho tem um monte de mulheres, elas trazem comida pra ele, e o trabalho dele é só meter o aço nas leoas. Meu amigo um acasalamento leonino é uma longa sucessão de “lapada na rachada” que duram de 6 a 68 segundos. Em média, esse danado dá umas  50 lapadas  num dia. Não é à toa que ele é chamado de "rei dos animais"!

Num é pra tá com essa cara não???

Bom o que ninguém esperava é que esse sorriso, solto, leve, gostoso, fosse tirando onda com uma "coleguinha de farra"...

Ô bicho fuleira é o tal do leão. Jejejejeje

domingo, 6 de janeiro de 2013

RANKING PLAYBOY DA CACHAÇA


20º Lugar Volúpia



Procedência: Alagoa Grande, PB
Graduação alcoólica: 42%
Envelhecimento: descansada um ano em freijó

Bebida de sabor forte e bastante pronunciado, a paraibana Volúpia é uma das duas representantes das cachaças nordestinas na votação dos especialistas. É descansada em freijó, uma madeira típica do Nordeste, raramente usada por outros produtores
e que pouco interfere na bebida, o que explica a cor branca dessa aguardente.


19º Lugar GRM
Procedência: Araguari, MG
Graduação alcoólica: 41%
Envelhecimento: dois anos em carvalho, umburana e jequitibá-rosa

Cachaça envelhecida de excelente equilíbrio e harmonia. A combinação de três madeiras suaviza a força da umburana e proporciona um sabor palatável, puxado para o amargo.


18º Lugar Seleta


Procedência: Salinas, MG
Graduação alcoólica: 42%
Envelhecimento: dois anos em umburana

Envelhecida em umburana, a Seleta é um bom exemplo da presença dessa madeira, que empresta um gosto acre, forte e persistente por muito tempo. Recomendada aos que gostam de sabores intensos.


17º Lugar Abaíra
Procedência:Chapada Diamantina, BA
Graduação alcoólica: 42%
Envelhecimento: três anos em carvalho

Límpida e brilhante, com aroma suave. Nela prevalece o carvalho, que virou um símbolo de qualidade entre destilados, por causa dos whiskies e cognacs.


 16º Lugar Lua Cheia


Procedência: Salinas, MG
Graduação alcoólica: 45%
Envelhecimento: entre dois e três anos em bálsamo

Das mais típicas de Salinas. O bálsamo confere a ela uma cor dourada e cintilante, além de trazer um sabor amadeirado e levemente apimentado.


15º Lugar Mato Dentro


Procedência: São Luiz do Paraitinga, SP
Graduação alcoólica: 41%
Envelhecimento: descansada oito meses em amendoim

Na variação Prata, a escolhida pelos votantes, ela é envelhecida em tonéis de amendoim, uma madeira neutra, que interfere pouco na aguardente, e dá coloração límpida. Tem sabor e aroma delicados, próximos da cana. Quase com "cheiro de roça".


14º Lugar Corisco
Procedência: Parati, RJ
Graduação alcoólica: 45%
Envelhecimento: dois anos em carvalho

"É uma cachaça jovem, que ainda precisa envelhecer", afirmam nossos conhecedores. A combinação de muito álcool e pouco envelhecimento, característica das cachaças de Parati, resulta numa bebida forte e picante. Boa representante das pingas da região.


 13º Lugar Sapucaia Velha


Procedência: Pindamonhangaba, SP
Graduação alcoólica: 40,5%
Envelhecimento: dez anos em carvalho

É do envelhecimento no carvalho que vem o sabor e o buquê acentuados. Criada em 1930, tem fama de ser produzida com extremo cuidado.

  
12º Lugar Indaiazinha
Procedência: Salinas, MG
Graduação alcoólica: 48%
Envelhecimento: oito anos em bálsamo

De cor dourada, passa por longo envelhecimento no bálsamo, o que dá a ela um sabor ligeiramente semelhante ao de amêndoa. "Para se beber de joelhos", diz Weimann.


 11º Lugar Maria Izabel


Procedência: Parati, RJ
Graduação alcoólica: 44% (o rótulo indica, erroneamente, 42%)
Envelhecimento: entre um e quatro anos em carvalho

Suave, agradável, de baixa acidez. Aroma e sabor lembram a cana. Se destaca entre as cachaças de Parati pelo esmero da produtora e pelo uso do carvalho.


  
10º Lugar Piragibana


Procedência: Salinas, MG
Graduação alcoólica: 47%
Envelhecimento: 22 anos em bálsamo e carvalho

A Piragibana é harmônica, com sabor e aroma persistentes, ainda que delicados - resultado do longuíssimo envelhecimento em bálsamo e carvalho. Caso típico de influência da combinação de madeiras, aqui escolhidas por Juventino Miranda, o produtor.


9º Lugar Magnífica
Procedência: Miguel Pereira, RJ
Graduação alcoólica: 45%
Envelhecimento: três anos em carvalho

Uma cachaça equilibrada. Apesar dos 45% de graduação alcoólica, a Magnífica é uma bebida suave, que desce fácil e apresenta buquê simples de cana jovem. Sua cor límpida é mais um destaque.



 8º Lugar Armazém Vieira


Procedência: Florianópolis, SC
Graduação alcoólica: 44%
Envelhecimento: quatro anos em ariribá

O ariribá, madeira do litoral catarinense pouco usada no armazenamento de cachaças, tem interferência mínima na bebida e permite que ela envelheça sem afetar o gosto da cana. Desce macia, segundo os especialistas, pois o frescor da cana equilibra bem com a madeira.


7º Lugar Casa Bucco
Procedência: Passo Velho, RS
Graduação alcoólica: 40%
Envelhecimento: dois anos em bálsamo e carvalho

Seu aroma e o sabor de carvalho são persistentes e lembram um bom brandy. É ácida e um pouco forte, sabores típicos de um terroir com pH elevado. Para quem gosta de carvalho e de tudo o que a madeira
empresta à bebida.


 6º Lugar Boazinha


Procedência: Salinas, MG
Graduação alcoólica: 42%
Envelhecimento: dois anos em bálsamo

Cor brilhante e viscosidade perfeita, com forte presença do bálsamo no aroma e no sabor, que persistem longamente. A Boazinha é uma clássica representante de Salinas, por causa da influência da madeira: cor bem amarelada e sabor marcante.


5º Lugar Claudionor
Procedência: Januária, MG
Graduação alcoólica: 48%
Envelhecimento: entre um e meio e dois anos em carvalho

A cidade de Januária já foi sinônimo da bebida, mas perdeu a vez para Salinas como região emblemática da cachaça mineira. A Claudionor, porém, é ótima opção para quem gosta de cachaça à moda antiga, forte, com muito gosto de cana. Para adequar-se à nova legislação, teve de reduzir seus 54% de graduação alcoólica para "apenas" 48%. Transparente, apesar de bem envelhecida, Claudionor tem buquê neutro, de cana madura e bem descansada, cujo gosto persiste na boca. É uma cachaça com corpo, equilibrada, perfeita para quem foge das madeiras.


 4º Lugar Germana


Procedência: Nova União, MG
Graduação alcoólica: 40%
Envelhecimento: dois anos em carvalho e bálsamo

Facilmente reconhecida numa prateleira devido à embalagem, a garrafa da Germana é toda revestida de folhas secas de bananeira por mulheres artesãs do Engenho de Nova União. O objetivo é proteger a bebida da luz e do calor e assim manter suas características. Antes de ser engarrafada, a Germana envelhece dois anos em tonéis de carvalho e bálsamo. O resultado é uma cachaça suave, com sabor sutil, que pode agradar também ao público leigo.


Canarinha

Procedência: Salinas, MG
Graduação alcoólica: 44%
Envelhecimento: três anos em bálsamo

A procedência e o sobrenome do produtor são belas credenciais. Produzida em Salinas, a Canarinha é feita por Noé Santiago, sobrinho de Anísio Santiago, criador da famosa cachaça Havana (veja abaixo). Antes de ser embalada nas tradicionais garrafas de cerveja, ela é envelhecida por três anos em tonéis de bálsamo, o que lhe confere uma cor suave, amarelinha, e um sabor levemente apimentado, típico das aguardentes de Salinas. Para Weimann, a cor dourada como um champagne, o sabor frutado e o buquê de flores do campo e capim fazem a diferença. "É uma cachaça das mais puras, equilibrada, persistente e excelente", garante Weimann.


Anísio Santiago


Procedência: Salinas, MG
Graduação alcoólica: 44,8%
Envelhecimento: entre seis e oito anos em carvalho e bálsamo

Anísio Santiago é mais que uma cachaça - é um mito. Forte, com cheiro de madeira seca, um leve amargor que permanece na boca, sabor e aroma persistentes. "O segredo de Anísio é a combinação de madeiras diversas. Não é perfeita, é mais uma boa cachaça, um ícone a ser reverenciado", diz Weimann. E que se tornou mitológica devido a uma questão judicial: a Havana perdeu o nome e foi rebatizada como Anísio Santiago. Hoje, uma garrafa antiga de Havana chega a custar mais de 20 mil reais. "É o marketing 'cubano': 'a gente faz por gosto, dane-se o mercado, quem quiser que corra atrás'. Ainda que haja uma dúzia de cachaças tão boas quanto ela por 10% do preço", diz o jornalista Ronaldo Ribeiro, autor de várias reportagens sobre a Havana. O preço de uma Anísio Santiago varia bastante, podendo custar entre 200 e 300 reais em São Paulo. "A expectativa é tão grande que, ao provar, no primeiro gole você já está fascinado", garante Ribeiro. Tal é o sabor de uma boa história.


Vale Verde

Procedência: Betim, MG
Graduação alcoólica: 40%
Envelhecimento: três anos em carvalho

A campeã é uma cachaça correta em todos os sentidos. É produzida na fazenda Vale Verde que, além de engenho de cachaça, é também um parque ecológico, com visitas guiadas onde se pode conhecer os "segredos" da produção. A aguardente é equilibrada, encorpada e madura. Segundo os produtores, suas técnicas de fermentação e destilação foram baseadas naquelas praticadas na Europa para fabricação de whiskies. Isso proporciona um produto final equilibrado, estável, pronto. Os três anos em tonéis de carvalho explicam a cor dourada e o buquê marcante de madeira. É justamente esse envelhecimento que garante o equilíbrio da bebida, que desce redondinha, sem aspereza. A cana colhida no ponto certo, fruto dos solos calcários da região de Betim, a fermentação nos antigos alambiques de cobre e a criteriosa escolha dos barris de carvalho garantem a cor brilhante e o sabor adocicado persistente. Além disso, a Vale Verde tem a melhor relação custo-benefício: uma garrafa custa, em média, 30 reais.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Escapei de novo



Adeus 2012, escapei de mais um, jejejejejeje!!!!
FELIZ 2013 PARA TODOS!!!

sábado, 15 de dezembro de 2012

EM NOITE DE AUTÓGRAFOS CONCORRIDA, ROBERTO DA ASSEC LANÇA SEU PRIMEIRO LIVRO


Na noite passada, em evento concorrido, o acadêmico do MOBRAL, Roberto da ASSEC, lançou 50 TONS DE PINGA, seu primeiro livro.
Roberto da ASSEC, Pastor, Garçom, Toureiro e agora Escritor.
Além de parentes, amigos, admiradores, autoridades mundiais, estiveram presentes grandes cachaceiros de Mossoró e região.


Na abertura solene, o grande Polegada fez uma belíssima apresentação do autor e do livro, emocionando a todos (se não tivesse vomitado no meio da apresentação teria sido lindo). Em seguida, representando os pinguços da ASSEC,  quem usou da palavra foi nada mais nada menos que Polegada novamente (já recuperado do vexame), ele falou da importância do PASTOR GARÇOM e agora ESCRITOR Roberto da ASSEC: "Esse fila da gaita foi quem mais me deu cachaça nessa vida, obrigado Roberto por você existir"
Polegada
 A sessão de autógrafos de 50 TONS DE PINGA atraiu o maior público nos últimos anos, a maioria formada de cobradores que já estão sonhando com o dinheiro arrecadado nas vendas para aventurarem receber “os vales" de muitos anos.


Por ultimo o autor tentou dizer algumas palavras, mas estava muito emocionado (bêbado feito a porra) e nada saiu além de um arroto.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Conselho do Dia !!!


 Quando te surpreenderem dormindo no trabalho... 
Levante a cabeça lentamente continue com os olhos fechados e diga: 


"..TAMBÉM PROTEJA MEU QUERIDO CHEFE, Amém"

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Enquanto isso na prova de História...


Nunca foi feito um resumo com tanta clareza nos detalhes como esse, jejejejeje!!!