:)

"TempLo é dinheiro" (Bispo Edir Macêdo)

Nunca discuta com um idiota, ele te rebaixa ao nível dele e te vence pela experiência.

"Um homem deve começar a usar a brinco, desde o momento que sua mulher ache um dentro do seu carro."

Se a vida lhe der um limão, faça uma limonada. Se a vida lhe der uma laranja, faça uma laranjada. Se a vida lhe der um cágado, cuide bem do bichinho.

O salário do homem é um negócio ambiental: 30% pro leão, 40% pra vaca, 20% pra cascavel e 10% pro burro.

Fazer chorar é fácil; desafio mesmo é fazer rir.

A velocidade máxima que um homem consegue fazer amor sem se cansar é 68 km/h. Quando chega a 69, ele já coloca a língua de fora.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

VERSAO MASCULINA DE DEPILACAO

Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas "partes".
Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia: -Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles! ! ! !
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam "outras coisas". Respondi que não, que doeria... coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu não tive mais como negar. Concordei. Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando escutei o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente.
Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo.
Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o aceso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!!
O Sr. Pinto já estava todo "pimpão" como quem diz: "sou o próximo da fila"!!
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as "outras coisas" que viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viajem. Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino.
Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUTAQUEOPARIU quase falado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos e que precisava passar de novo.
Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!! Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo.
Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda. Peguei meu gel pós-barba com camomila "que acalma a pele", enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round. Olhei para meu pinto. Ele era tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 5 graus abaixo de zero. Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada ficou igual um carrasco mandando eu entregar o presidente da revolução. Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pelos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer. "Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pelos nos ovos", respondi.
Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!!
Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim seria somente para perpetuar a espécie humana.
No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo. Entrei na minha seção andando igual um cow-boy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com
receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resultado:
Certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres.
Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Beatlemania: Febre de minha juventude

Por Emerson Linhares

Quando assisti o filme “Febre de Juventude”, uma produção do mago da Sétima Arte Steven Spilberg, em meados dos anos 80 do Século passado, sofri um choque. A Beatlemania estava distante, mas ali começava a minha febre beatlemaníaca.

Algo difícil de explicar. O poder da música dos Beatles tomou conta do meu corpo, da minha mente, do meu coração. A minha primeira providência foi comprar um LP. Fui na Disco Fitas e vi o Lei it Be. Não comprei. Como não conhecia o trabalho da banda, fiquei reticente. Na época fiz o certo. Para minha sorte, a rede PagueMenos de Supermercados tinha uma seção que vendia LPs e lá estava o 20 Greatest Hits. Enchi os olhos.

Enfim, tinha comprado o que na época para mim era o Santo Graal. A coletânea dos Beatles estava perfeita, com She Loves You, I Want to Hold Your Hand, Help, Yesterday, Lei it Be, We Can Work it Out e outras de igual quilate.

Começava a minha saga e a minha sede em comprar mais LPs. Cheguei a possuir a coleção e a doei a um amigo após ter chegado a era do CD. Um erro de minha parte, diga-se de 
passagem.

As lembranças são válidas para explicar porque um mossoroense sai de sua terra natal para ir a São Paulo assistir a um show. Oportunidade única de ver um ídolo. Por mim estariam lá, também, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr. Impossível. Tudo bem. Mas Paul McCartney estava lá e simbolizava todo o meu amor pela música e pelos Fab Four.

Simpático, Paul fala em português para uma platéia de 64 mil pessoas, todas ansiosas, enebriadas, encantadas... Pessoas de todo o país se largaram para São Paulo para ver um verdadeiro espetáculo, um verdadeiro show. Não se decepcionaram. O que mais me chamou a atenção foi ver jovens não acreditando no que estavam vendo, no que estavam ouvindo. Lá no palco, um senhor de 68 anos demonstrava vitalidade e intimidade com os instrumentos que tocava – sem falar na excelente banda que o acompanha. Vi um garoto de seus 20 anos – se isso tivesse – boquiaberto com a execução de Helter Skelter. Sensacional, verdadeiramente.

O show de Paul McCartney é superlativo como a cidade que o acolheu, São Paulo. No final das contas, estou muito feliz por ter assistindo, ao vivo, uma lenda do rock, um ex-beatle, um de meus ídolos musicais. O show de Paul vai ficar na minha memória assim como lá está o dia em que descobri o Beatles. Espero que essa febre, essa febre que começou na minha juventude, não se acabe nunca. 

Emerson Linhares - Jornalista e diretor de programação da Rádio Difusora de Mossoró
27 de novembro de 2010

O que você vê na foto abaixo???

Hein?????

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

NOTA À IMPRENSA

Sistema Penitenciário Federal
Agentes Penitenciários Federais

NOTA À IMPRENSA

Por força de recentes declarações, proferidas sob o reflexo dos últimos acontecimentos na cidade do Rio de Janeiro, onde atos criminosos estão sendo praticados contra a sociedade carioca, os Sindicatos dos Agentes Penitenciários Federais do Brasil entendem necessários breves esclarecimentos.

É natural que a crise gerada pelos eventos criminosos faça surgir diversas teorias e explicações sobre as causas de tamanha agressão à civilidade e ao próprio Estado de Direito que sustenta a Democracia do País.

Contudo, qualquer declaração, teoria ou mera divagação que pretenda impor responsabilidades ao Sistema Penitenciário Federal é falaciosa e desprovida de conhecimento.

Assim como leviana e ignóbil foram as declarações proferidas por um Deputado Federal que, sem conhecimento da matéria que o alçou ao horário nobre do telejornalismo brasileiro, atribuiu como uma das causas da “quebra de segurança” nas Penitenciárias  Federais, a “corrupção” dos agentes.

Sem embargo da comoção causada pelos atos criminosos, é indispensável que a Sociedade Brasileira saiba que:

1.      No Sistema Penitenciário Federal, composto por 4 Penitenciárias Federais, não se tem notícia ou registro da ocorrência de quebra de segurança nos quesitos de comunicação (telefonia) ou acesso indevido, tanto na entrada quanto na saída das unidades;
2.      Não foram registrados até esta data, eventos envolvendo a população carcerária que resultassem em motins, rebeliões, tentativas de fuga ou outros atos assemelhados nessas Unidades Penais;
3.      Inexistem  casos em que Agentes Penitenciários Federais tenham sido envolvidos ou denunciados por permitir ou facilitar qualquer conduta incompatível com o rígido regramento de segurança do sistema;
4.      Pelo rigoroso controle de acesso de pessoas e objetos no interior das Unidades é que são interceptadas mensagens (cartas/bilhetes) enviadas ou recebidas pelos detentos, o que permite identificar diversas condutas criminosas;
5.      O único contato do preso com o mundo livre, que se apresenta além dos muros, advém do exercício de dois legítimos e indiscutíveis direitos constitucionais, quais sejam, a visita de familiares e afins, e a amplitude de defesa, garantida pelo contato com seu advogado;
6.      E, também por sagrada e inviolável garantia constitucional, que os direitos acima referidos são exercidos sem que o Sistema promova qualquer violação da intimidade de suas conversas com as visitas.

Portanto, não é correto, lícito ou justificável atribuir ao Sistema Penitenciário Federal ou tampouco aos seus Agentes Penitenciários Federais qualquer responsabilidade por eventuais quebras de segurança, eis que construído e mantido sob profunda qualidade técnica e dedicação exemplar dos integrantes de sua carreira.

De tal arte, é certo que o problema enfrentado pela sociedade brasileira, no tocante ao eventual comando de facções criminosas por internos do Sistema Penitenciário Federal, talvez remeta o tema para a interpretação dos mais caros e inegociáveis direitos constitucionais que se conflitam neste momento.

Isso porque, se de um lado destaca-se a inviolabilidade da intimidade e a garantia irrestrita de ampla defesa do indivíduo, de outro, não menos importante, coloca-se o próprio direito à vida e à segurança pública da coletividade.

Somente do cotejo de tais valores, que exigirá solução para o aparente confronto de princípios constitucionais, é que poderiam nascer alternativas legais para o caso.

Os Agentes Penitenciários Federais, reafirmando a integridade e honestidade da classe, declaram para a sociedade brasileira que o Sistema Prisional Federal é mantido com rigor, absoluta segurança e com máxima efetividade.

Brasília/DF, 26 de novembro de 2010.

Sindicato dos Agentes Penitenciários Federais/DF
Sindicato dos Agentes Penitenciários Federais/MS
Sindicato dos Agentes Penitenciários Federais/PR
Sindicato dos Agentes Penitenciários Federais/RN
Sindicato dos Agentes Penitenciários Federais/RO

Mimimimi

A boca ta quente pro lado do amigo do cara.

Marido traído vê video da traição



Qu puta falta de sacanagem dessa gatinha, PQP!!!

Como diria o finado " Radiola"...

É melhor escapar fedendo do que morrer cheiroso, jejejejeje!!!

É uma anta mesmo



Chapéu de Otário é marreta mesmo, PQP!

Separação - Feito por um advogado

Prezada Ivone Alves Maia Rosado da Silva Rouseff, Face aos acontecimentos de nosso relacionamento, venho por meio desta, na qualidade de homem que sou, apesar de V.Sª. não me deixar demonstrar, uma vez que não me foi permitido devassar vossa lascívia, retratar-me formalmente, de todos os termos até então empregados à sua pessoa, o que faço com supedâneo no que segue:
A) DA INICIAL MÁ-FÉ DE VOSSA SENHORIA:
1.1. CONSIDERANDO QUE nos conhecemos na balada e que nem precisei perguntar seu nome direito, para logo chegar te beijando;
1.2. CONSIDERANDO seu olhar de tarada enquanto dançava na pista esperando eu me aproximar;
1.3. CONSIDERANDO QUE com os beijos nervosos que trocamos naquela noite, V.Sª. me induziu a crer que logo estaríamos explorando nossos corpos, em incessante e incansável atividade sexual. Passei então, a me encontrar com Vossa Senhoria.
B) DOS PREJUÍZOS  EXPERIMENTADOS:
2.1. CONSIDERANDO QUE fomos ao cinema e fui eu que paguei as entradas, sem se falar no jantar após o filme;
2.2. CONSIDERANDO QUE já levei Vossa Senhoria em boates das mais badaladas e caras, sendo certo que fui eu, de igual sorte, quem bancou os gastos;
2.3. CONSIDERANDO QUE até à praia já fomos juntos, sem que Vossa Senhoria gastasse um centavo sequer, eis que todos os gastos eram por mim experimentados, e que Vossa Senhoria não quis nem colocar biquíni alegando que estava ventando muito.
C) DAS RAZÕES DE SER DO PRESENTE:
3.1. CONSIDERANDO AINDA QUE até a presente data, após o longínquo prazo de duas semanas, Vossa Senhoria não me deixou tocar, sequer na sua panturrilha;
3.2. CONSIDERANDO QUE Vossa Senhoria ainda não me deixa encostar a mão nem na sua cintura com a alegaçãozinha barata de que sente cócegas,
DECIDO SOBRE NOSSO RELACIONAMENTO O SEGUINTE:
4.1. Vá até a mulher de vida airada que também é sua progenitora, pois eu não sou mais um ser humano do sexo masculino que usa calças curtas e a atividade sexual não é para mim um lazer, mas sim uma necessidade premente;
4.2. Não me venha com ‘colóquios flácidos para acalentar bovinos’ (conversa mole pra boi dormir!) de que pensava que eu era diferente;
4.3. Saiba que vou te processar por me iludir aparentando ser mulher dos meus sonhos, e, na verdade, só me fez perder tempo, dinheiro e jogar elogios fora, além de me abalar emocionalmente.
Sinceramente, sem mais para o momento, fique com o meu cordial ‘vá tomar no meio do olho do orifício rugoso e corrugado localizado na região infero-lombar de sua anatomia’ que esse relacionamento já inflou o volume da minha bolsa escrotal!
Dou assim por encerrado o nosso relacionamento, nada mais subsistindo entre nós, salvo o dever de indenização pelos prejuízos causados.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Argentino é Argentino.

Estavam certa vez, o americano, o argentino e o brasileiro, na China, bebendo umas e outras em praça pública, coisa que é proibida nesse país.
Foram presos e levados ao juíz.
O juíz os condenou a 20 chibatadas.
Como era transição entre o ano do galo e o tigre, tinham direito, isso todos os prisioneiros, a um pedido, desde que não fosse escapar da punição.
O juíz falou: “Americano, vcs são um povinho de merda, metidos a besta, prepotentes, acham que são os donos do mundo, mas mesmo assim lhe concedo o pedido, pode pedir”.
O americano fala: “Amarrem um travesseiro nas minhas costas”.
Lá pela décima chibatada, o travesseiro rompe e acaba levando mais 10 chibatadas no couro limpo.
“Argentino. Vcs sim são um povo de merda mesmo, cheio de marra, êta gente chata, como vcs nunca vi, mas vou ter de lhe conceder o pedido”.
“Amarrem 2 travesseiros nas minhas costas”. Diz o argentino. Depois da 15ª chibatada os travesseiros não aguentam a força das chibatadas e acaba levando 5 chibatadas sem qualquer proteção.
Chega a vez do brasileiro…”Brasileiro”, diz o juiz, vcs são um povo exemplar, povo sofrido, vive na miséria, trabalhador e mesmo assim mantém o bom-humor, ao invés de um pedido, vou quebrar o protocolo e lhe favorecer a dois pedidos. Pode pedir.
O brasileiro fala: ” Não quero levar 20 chibatadas e sim 200″. O juiz se espantou, mas tudo bem, o cara era brasileiro, e pergunta: ” Qual é o 2º pedido?”
“Amarrem o argentino nas minhas costas”

jejejejejejeje!!!